quarta-feira, 18 de julho de 2012

Relógios de rua estão TRAVADOS desde o início da gestão Serra-Kassab. O resto da cidade também!



Vambora, vambora...
Ta na hora, vambora

Essa singela canção faz parte do imaginário paulistano.

Nenhuma pergunta é mais presente no cotidiano de quem vive nesta cidade do que a famosa: “que horas são?”.

São Paulo é a cidade que não pode parar. Até porque não tem lugar para estacionar.

Mas os relógios de rua da capital paulista estão travados desde o início da administração Serra-Kassab.

Alguns vivem simplesmente apagados. Outros marcam o seguinte horário: 88:88.

Por estes dias tem feito bastante frio em São Paulo, mas os radares parecem sentir de maneira mais drástica o inverno. Aqui perto do trabalho, o termômetro marca -10º.

Para muitos, esta questão pode ser prosaica. Um tema menor entre tantas demandas da nossa cidade.

Mas um problema simples que não é resolvido em quase uma década torna-se uma das tantas aberrações desta cidade. Antes de tudo, isso revela o abandono e o desinteresse da atual gestão com o cotidiano da população.

Dizem que a prefeitura não consegue aprovar na câmara a concessão dos relógios e pontos de ônibus para empresas privadas.

Ao que parece, esta administração prefere tratar de grandes questões, sobretudo às que envolvem arrecadação de taxas, multas, tarifas e impostos.

O senhor prefeito é muito rigoroso com os comerciantes, empresários, ambulantes e motoristas.

A prefeitura exige rigor no cumprimento dos diferentes tipos de proibição.

Existem proibições de todas as naturezas. Ninguém escapa à sanha higienista do atual prefeito.

Quem sai da linha paga caro. As multas são pesadas.

Mas quando é para dar conta de suas responsabilidades, a cidade fica igual aos seus relógios de rua, travada.



Um comentário:

  1. Imagino o drama do cotidiano numa cidade como São Paulo!
    Abs
    RITA

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